(ou… “guia do mochileiro para saber qual palestra caçar na net depois”)
Em duas palavras? O Rails Summit foi “bom bagarai”!!! :)
Versão resumida para impacientes: O evento teve algumas palestras muuuuito boas, algumas mais fraquinhas, mas ainda assim interessantes. Estava quente como o inferno no primeiro dia, houveram algumas mudanças de última hora nos horários dos palestrantes, a comida estava jóia, teve wi-fi, montes de gente com notebooks (macbooks, pra ser mais exato) e a cambada de nerds babões (me included) alucinada com as lindas meninas do evento.
A sensação geral do evento (pelo menos para mim) foi um motivante “call to arms”, não no sentido de convocar-nos para algo, mas de que você pode fazer algo legal, notável e remunerável. Acho que a sensação veio de um conjunto de palestras (Chad, Dr. Nic, Obie, Vinícius Teles, Manoel Lemos…) que, sem ser combinado, tocaram em vários pontos da idéia.
Versão longa para os pacientes (ou para quem está enrolando no trabalho): A inscrição via web e confirmação do evento chegaram sem problemas. A chegada no evento foi fácil, só não ajudaram muito as placas escritas “locaweb” ao invés de “rails summit”, mas esse foi um detalhe menor. O “check in” também foi tranquilo e rápido, pelo menos para quem chegou até uma 8:30.
A primeira surpresa boa foi que o auditório estava com wi-fi e o esquema para conectar estava simples, todo mundo conseguiu sem grandes problemas (só um tropeço aqui e ali). A rede estava com velocidade ótima, mas sofria de instabilidade e volta e meia caia. Meio chato, mas não causou grandes prejuízos fora um ou dois palavrões.
As duas melhores coisas sobre o wi-fi foram que o pessoal que precisar ficar “de prontidão” no trabalho conseguiu assistir as palestras e ainda ficar de olho no trampo. O TaQ estava do meu lado e como o “poderoso Palm TX” dele conseguiu monitorar um problema e se ausentou das palestras somente por um momento. Ouvi relatos de mais gente que conseguiu fazer a mesma façanha. A segunda melhor coisa foi que criou-se um “rede underground de comentários”, com todo mundo postando no twitter e acessando canal de IRC. Era impressionante ver aquele silêncio na platéia e as idéias circulando fervorosamente por baixo dos panos. Se existe hoje algo parecido com telepatia, foi aquilo.
O evento começou com a introdução do Gilberto Mautner, Big Boss da Locaweb. Ele foi muito claro e confirmou o que já estava sendo comentado na web: que a decisão de suportar Rails partiu de cima. Ele realmente estava entusiasmado e reafirmou o que a gente sente quando entra no mundo Ruby e Rails, que essa é de longe a melhor maneira de fazer aplicativos web hoje. Por incrível que pareça, a introdução dele foi muito sensata e nem um pouco “marketeira”, como eu temia. Kudos to Giba, keep up the good work!
Aí começaram alguns imprevistos. Imprevisto um: o tempo virou e estava quente como um banho turco. O pessoal não estava preparado para um calor desses e ficou muito abafado fora da sala principal de palestras. Tentaram o melhor possível instalar ventiladores com aquele esguicho d’água, mas isso só ficou pronto no final da tarde, quando todo mundo já estava derretendo. Ponto negativo para a falta de água (água mesmo, pura e simples) e aqueles copinhos miseráveis que o pessoal enchia pela metade :p Ponto positivo que ninguém ignorou o problema e correram resolver o mais rápido possível.
(Nota particular sobre as bebidas: Tang sabor “amarelo” e sabor “roxo”... chamar aquilo de sabor laranja e uva é até ofensa com as frutas…)
Imprevisto dois: David Hansson não poderia participar no horário combinado. Rapidamente inverteram as palestras dele e do Chad Fowler e tudo aconteceu tão rápido que não chegou nem a causar desconforto.
A palestra via vídeo era outra coisa que eu estava achando que ia dar melê, ainda mais que não era palestra, mas um esquema de trocar perguntas com o DHH. Meu pessimismo foi por água abaixo quando a coisa começou, o link da palestra estava ótimo, lag mínimo. O pessoal fez perguntas interessantes e o “todo-poderoso” do Rails respondeu com tranquilidade, foi muito claro e positivo sem se esquivar de nada. Podem repetir a experiência que foi fantástica!
David respondeu sobre threads no próximo Rails e disse que isso não iria afetar muito como trabalhamos hoje em dia. Ainda mais que o Ruby hoje usa green threads, então não era algo tão complexo quanto thread nativas. Outra coisa que disse era que ele não via threads como algo tão importante assim, em vista dos avanços com o Passenger e tudo mais. Em uma palestra posterior, a do Enebo e do Nutter sobre JRuby, eles mostraram a economia de memória que você consegue obter com as threads ao invés de processos separados. No geral, a impressão que tive é que suporte a threads vai ser legal, mas não vai afetar muito o que fazemos hoje.
David também respondeu sobre próximas grandes funcionalidades no Rails. A priori, não existe um plano para isso, mas ele tem algumas idéias e está aberto a sugestões e contribuições de quem estiver a fim de contribuir. Particularmente ele disse estar interessado em melhorar um pouco o output javascript, para ficar mais “bonito”, mas que isso nem de longe era prioridade. Também falou sobre arredondar mais o ActiveResources.
No geral, a mensagem pareceu ser: “estamos tocando, está indo bem e se você puder contribuir, por favor contribua”. Para quem é acusado de ser “pop-star” e meio mala, ele foi bem simpático.
Logo em seguida a palestra do David Hansson veio Chad Fowler. No início ninguém reconheceu aquele “tiuzinho” no palco, cabelo curto, barba bem feita… quem era? Bom, era o próprio Chad, que pelo visto tinha passado uma temporada numa fazenda de tosquia de ovelhas. :)
Chad falou sobre como ser e fazer coisas “remarkable” (“notáveis”?). Ele jogou várias idéias para cima, mostrou alguns vídeos e lentamente foi amarrando as idéias. No geral, o negócio é ser produtivo e dar a cara para bater. Quem fica no lugar comum nunca vai passar disso: lugar comum.
Foram tantas idéias que nem consigo botar tudo organizado. Ele falou sobre música, sobre ser o pior músico de uma banda (ou seja, vá para um lugar onde você é o menos experiente para aprender algo), sobre ser controverso e que a controvérsia significa que você está tirando alguém da sua zona de conforto (e isso é “remarkable”). Mencionou o “From Pragmatic Thinking and Learning” (livro) e deu dicas para aprender e compartilhar o aprendizado. Falou sobre usar ferramentas afiadas e perigosas, pois ferramentas “seguras” não conseguem fazer o trabalho (e eu concordo). Tinha também uns Godzillas na apresentação, mas isso é outra história.
No geral, a palestra do Chad foi motivante, divertida e deu um monte de idéias, apesar da maior parte não ter nada a ver com Ruby ou Rails.
A palestra seguinte foi a do George Malamides junto com o Danilo Sato. Essa foi uma palestra bem chata, com algum conteúdo interessante. Falaram sobre conceitos gerais de REST, e alguns cenários interessantes para aplicá-lo, bem como cenários em que você deveria se manter distante do REST (como arquitetura) e pensar em outros formatos que podem resolver melhor o seu problema, como o SMTP ou o XMPP (Jabber).
Infelizmente, não assisti a do Akita, mas o pessoal parece que gostou, fora que a sala estava muito quente e todo mundo derreteu…
Na sequência do Malamides, entrou a palestra do Dr. Nic. De longe, foi a palestra mais divertida (hilária mesmo) do evento. O Dr. abordou um tema muito similar ao do Chad Fowler, dizendo como todos podem colaborar, principalmente em projetos Open Source. Ele contou alguns “segredos” sobre como fazer as coisas acontecerem e sobre como você pode melhorar suas habilidades.
A palestra foi divertida, repetindo um pouco o tema da palestra do Chad Fowler, mas com dicas diferentes. Não teve tanto conteúdo quanto poderia (leia-se “não teve nenhum código”), ainda mais vindo de alguém que adora hackear o Rails como o Dr. Nic. Mas mesmo assim, foi boa.
Para finalizar o dia, Chris fez um resumo dos primórdios da computação e contou sua experiência pessoal. Sem slides e lendo as notas, foi de longe a palestra mais chata. Acho que o conteúdo deve ter sido legal, mas aquela leitura me deixou meio sonolento e comecei a viajar (final do dia, tava cansado, me dá um desconto…), então não ouvi o suficiente para emitir alguma opinião. Quando entraram as perguntas e respostas sobre o Github, a coisa ficou bem mais interessante. Ele explicou o modelo de negócios do Github (“na verdade não temos, de repente o pessoal começou a querer pagar por aquilo e bem… é isso”).
Por fim, houve a desconferencia, onde vários participantes apresentaram idéias, projetos pessoais e algumas criações. Como não pude participar, o comentário no dia seguinte foi que muitos apresentaram coisas muito boas e interessante. Fica ai um ponto para comentários.
Bom… Esse foi o fim do primeiro dia. No geral, foi interessante, mas nada extraordinário. Alguns pontos altos, outros mais baixos, como todo evento deve ser. Destaques para o pessoal da organização, que mesmo com os imprevistos não deixou a peteca cair!
Começamos o segundo dia cedo. Os ventiladores do dia anterior já estavam funcionando e tudo estava bem mais fresco, apesar do solão que São Paulo estava nos presenteando, ou será que São Pedro fez só de sacanagem para cozinhar nerds?
Entraram no palco Ning Bui e Hongli Lai. Confesso que quando vi eles pensei “acho que isso não vai virar nada, parecem muito novos e com esses nomes, acho que não vou entender o inglês deles nem a pau”. Mais uma vez (pra variar) eu estava redondamente enganado.
Eles falaram sobre escalabilidade, onde estão os bottlenecks e alternativas que você pode usar para contorná-los. É coisa demais para tentar colocar em dois ou três parágrafos, mas falaram sobre proxies, sobre como “tudo é HTTP”, sobre replicação de bancos, escalabilidade vertical e horizontal, as fórmulas para ganho ao fazer processos em paralelo, sobre as vantagens do “share nothing” e encerraram apresentando o “yummi.us” (procure na net, é uma idéia interessante, mais ou menos nos moldes do twitter, mas mais ambicioso).
Além de ter muito conteúdo e estar todo ele muito bem estruturado, o Ning Bui (o cabeludinho, ou será que era o Hong Li?), é extremamente divertido e as gags visuais dos slides eram de chorar de rir. Baixou até um Darth Vader no palco para demonstrar alguns conceitos de replicação de banco de dados (o cabeludinho colocou um capacete do Vader, perfeito!!!)
Grande conteúdo, apresentação divertida e o inglês deles era fácil de entender. A melhor palestra de todo o evento, na minha humilde opinião. Kudos para ambos, que são os caras!
Como comentário extra, o mais certinho (acho que era o Hong Li) ficou chavecando uma das promoters (a Fernanda) o tempo todo depois da palestra. Esse é o cara, quando crescer quero ser igual a ele. (Pelo menos o cara foi a luta, ao contrário do resto de nós que só ficou babando, não é?)
Mais um problema que tinha aparecido no dia anterior. Os principais desenvolvedores do JRuby não conseguiram vir para o Brasil. Akita e Cia já estavam com um plano B para contornar o problema: outra palestra remota. Como complicante adicional, o link deles estava muito ruim e a latência foi visível.
A palestra aconteceu somente por voz, com ambos controlando o Mac do Akita a alguns milhares de quilômetros de distância, falando em um microfoninho preto para uma platéia de mais de 400 pessoas.
Resultado? Muito bom! Apesar dos problemas do link, a apresentação deles estava bem estruturada, e mesmo quando a voz dava uma engasgadas, era possível acompanhar muito bem. Os dados que eles apresentaram sobre a implementação do JRuby foram ótimos e chegaram a ousar (uau!) rodar remotamente um benchmark! (Esses são os caras!).
Ao final da palestra, disseram que tinha sido uma das coisas mais surreais que já tinham feito. Pra gente também foi. Mas foi muuuuito legal! Kudos para o Akita e seu plano B e para ambos pela palestra mais surreal que já vi (e mesmo assim, funcional) :)
Após a experiência com o pessoal do JRuby foi a vez de Jay Fields falar sobre como os testes automatizados ainda estão imaturos. Ele mencionou vários frameworks de testes e seus prós e contras.
O conteúdo foi muito bom, apesar de não apresentar soluções, ele deu uma bela visão geral do que existe por aí em termos de ferramentas para testes, principalmente das partes onde elas falham. Concorde ou não com os pontos dele, ainda assim foram pontos interessantes.
Só foi meio chato porque a voz de locutor de rádio do Jay Fields dava um pouco de sono e ele não colocou nada para quebrar um pouco a monotonia da palestra e chamar a atenção do pessoal. Mesmo assim, não prejudicou o conteúdo.
Após Jay sair, entrou David Chelimsky, mantenedor do RSpec. Ele já assustou a turma, começando a falar em português, depois do choque inicial explicou que a namorada era brasileira e ele tinha aprendido um pouco. Sempre cordial, ele várias vezes falou português, fazendo uma graça ou outra.
A palestra começou a desenrolar meio devagar. Quando se fala de TDD e ainda mais BDD para uma platéia muito heterogênea, existem muitos termos a serem explicados. Isso atrapalhou um pouco o andar da carruagem, mas com um pouco de paciência, o conteúdo foi se desdobrando bem.
Ali não havia nada de muita novidade para quem já brincou com TDD, mas (como sempre) aprendi coisas que não sabia que eu não sabia.
Logo na sequência, David começou outra palestra (sim, dobradinha), dessa vez sobre o Cucumber. Um framework para substituir o RSpec Story Runner. A idéia é muito legal e realmente deu para sentir que sim, é possível transformar specs em algo executável, sem acoxambramentos.
O David é um cara supersimpático e fez questão de colocar todo mundo no mesmo pé para acompanhar as duas palestras. Apesar disso deixar a coisa toda meio devagar para quem conhecia um pouco, deixou o conteúdo bem sólido.
Em paralelo, Manoel Lemos apresentou seu percurso até o estado atual com o site BlogBlogs. Com uma boa palestra sobre seu inicio com o desenvolvimento até a chegada ao Ruby on Rails, neste percurso apresentou a crescente arquitetura do site BlogBlogs, identificando que o gargalo pode acontecer em qualquer parte de um desenvolvimento, mesmo que se faça atualizações na arquitetura do hardware e que sempre é importante manter um bom código, pois refatoração sempre irá acontecer.
Junto com ele, Ronaldo Ferraz mostrou o que foi desenvolvido e o que esta sendo desenvolvido por dentro do BlogBlogs, uso das tecnologias que deram certo e outras que não ajudaram muito.
Por fim, Nando Viera apresentou a metodologia de desenvolvimento que eles utilizam na empresa (WebCo – responsável pelo BlogBlogs e Brasigo), falando sobre as práticas aplicadas do Scrum e como isso ajuda muito no desenvolvimento.
Também em paralelo com David (a segunda dele), Vinícius falou sobre como ser um empreendedor no Brasil, as dificuldades e os ganhos que podem ter. Uma palestra que ajuda a motivar os bons profissionais, os quais ficam presos dentro das grandes empresas, a tentar ser mais do que as empresas grandes dizem que o profissional é.
Também levantou os pontos para saber onde arriscar e onde investir. Com boas motivações sobre o que fazer, levando em consideração os riscos que passou e seus ganhos. Com uma apresentação que não foi bem uma apresentação, mas uma boa animação com desenhos, mostrou todos estes pontos. E no final um video com Charleno cantando para uma das Locawebzets, muito engraçado.
Eu estava um pouco saturado de testes, depois da overdose com o Chelimsky. E falar sobre Selenium ou mais testes não me atraia muito, resolvi dar um “skip” nessas e discutir alguma idéias com o Dadario para alguns projetos pessoais e sobre as idéias de tirar a poeira do RubyOnBr e injetar mais gás lá. Foi mal não assistir as palestras, mas a discussão rendeu idéias legais.
Após nosso “mega-break”, entrou Luis Lavena, mantenedor do Ruby One Click Installer. Gente boa, mostrou que o mundo Windows também pode ser produtivo, basta ter as ferramentas certas. Ele indicou várias delas, desde IDEs até ferramentas para controle de versão (SVN e GIT no Windows, urray!).
Não foi das apresentações mais divertidas, mas para quem usa Windows ela foi muito interessante. Como bônus, respondeu algumas perguntas sobre a situação do One Click Installer e quais versões serão suportadas (1.8.6 e 1.9, não vai haver suporte a 1.8.7).
Para finalizar o evento, foi a vez de Obie Fernandez da HashRocket. Sem a barba, achei o Obie com cara de jagunço, mas como eu estava lá para ouvi-lo e não para casar com ele, poderia ter a cara da Gisele Bunchen que não faria diferença :)
Obie mostrou como é o desenvolvimento dentro da HashRocket e qual sua filosofia para a empresa. Sinceramente, é um lugar que qualquer desenvolvedor (nerd) gostaria de trabalhar. O desenvolvimento lá dentro é ágil até o miolo do miolo. Muito do que ele mostrou é “apenas” a implementação do ágil, algumas outras coisas são idéias que estão sendo usadas lá dentro que valem a pena conhecer (como o “contrato mestre”, ou coisa assim).
A palestra não foi pontuada de piadas como várias outras, mas o conteúdo foi empolgante e a finalização foi simplesmente fantástica: “Não perca seu senso de diversão”. Mais importante que tudo, divirta-se com seu trabalho :)
Por baixo dos panos (ou da rede, eu deveria dizer), nos recônditos do IRC e do Twitter, estavam rolando comentários sobre as palestras e… ora, vejam só… sobre as promoters (batizadas graciosamente como “locawebzets”). Em especial uma morena particularmente fantástica (Carolina), que todos estavam chamando de “Morena Open Source”.
Nunca vi um efeito tão engraçado, parecia telepatia. Todo mundo compenetrado ouvindo as palestras e fotos da morena rolando no Github (jisuis! O lado negro do Github!), entre comentários espirituosos e outro chulos pra cacete. Acabou ficando tão descarado que até a menina percebeu.
Fora as chavecadas básicas que as pobres meninas tiveram que ouvir dessa cambada de nerds babões (é nóis!!!). Me limitei a tirar fotos delas e perguntar seus nomes, afinal, qualquer coisa além disso seria um pedido formal para ser castrado pela minha digníssima esposa. Engraçado foi que, toda vez que eu ia pedir para tirar fotos delas, aparecia mais uma paulada de gente para fazer a mesma coisa. Acho que o pessoal estava louco de vontade pra fazer isso, mas que não tinha tanta cara de pau quanto eu. :) Às vezes é bom ter um pouco de cara de peroba :)
Kudos para as meninas, que além de lindas e pacientes, mostraram muita competência durante o evento todo!
O evento terminou com champagne (champagne mesmo!) e com todos os palestrantes no palco. Final perfeito!
Kudos para o pessoal da organização que não deixou a peteca cair e fez o possível e o impossível para o evento ser um sucesso. O Akita deve estar quebrado, e ele e o Gilberto estão de parabéns por darem a cara a tapa para fazer um evento desse porte para um pessoal que trabalha (ou quer trabalhar) em uma linguagem que as grandes empresas no Brasil ainda estão ignorando. Mas que depois dessa, vai ser difícil continuar se fingindo de cego.
Minha conclusão final? O evento foi fora de série e valeu cada centavo pago!
As fotos do evento estão no Flickr, e aos poucos vou comentando-as.
Ronie Uliana e Adriano Dadario
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